ao cantar o amor

o poema

se contorce –

– embriagado

uma das mãos

na bebida

outra

naquele nada

que é

não

ter o

controle

dos

próprios

passos.

O

coração

do poeta

É o labirinto

em

que

o

amor

se perde

e,

talvez,

se ache.

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